Como declarar investimentos no IR 2019?

08/04/2019
Como declarar investimentos no IR 2019?

 

Com o aumento no número de investidores no país, grandes são as dúvidas sobre como declarar os investimentos à Receita Federal.

A primeira coisa que o(a) investidor(a) deve fazer é pegar seu informe de rendimentos com todas as instituições que possui investimentos. Nos informes já estão boa parte das informações a serem declaradas à Receita.
É preciso declarar os saldos dos seus investimentos no dia 31 de dezembro de 2017 e do dia 31 de dezembro de 2018, além dos rendimentos que teve com as aplicações.
Estão incluídos nessas categoria: Poupança, Tesouro Direto, títulos bancários como CDB, LCI/LCA, títulos de capitalização e COE, títulos privados como CRI/CRA e debêntures e fundos de investimento de renda fixa e renda variável.
 
A única atenção é se atentar para separar os investimentos isentos dos não isentos. Apesar de não serem tributados, os títulos isentos precisam ser declarados como parte de rendimentos isentos e não tributáveis. Enquanto os tributáveis ficam na categoria rendimentos sujeitos a tributação exclusiva. São títulos isentos: poupança, LCI/LCA, CRI/CRA e debêntures incentivadas. 
Já investimentos considerados de renda variável são mais difíceis de serem declarados, já que as informações não estão no informe e precisam ser computadas pelo próprio investidor. Essas aplicações são classificadas como ganhos de capitais.   
Por ser um investimento arriscado a Receita dá isenção fiscal as vendas de ações que não ultrapassem 20 mil por mês. Fora isso, é preciso ver o ganho e a perda que se teve em cada ativo aplicado, porque é preciso declarar o ganho com cada ação. 
Entram nessa categoria de investimentos considerados de ganho de capitais: ações, operações com opções, ETFs (fundos passivos cotados em bolsa), fundos imobiliários e ouro.  

Fonte: Extra Globo

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@contal.contabeis
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